sábado, dezembro 13, 2025
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Portal Notório
  • Home
  • Manaus
  • Amazonas
  • Brasil
  • Política
  • Polícia
  • Editorial
  • Direito
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Home
  • Manaus
  • Amazonas
  • Brasil
  • Política
  • Polícia
  • Editorial
  • Direito
  • Entretenimento
  • Esporte
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Portal Notório
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Início Destaque

Comerciantes de Parintins se preparam para atender demanda durante o festival

Por Redação
junho 19, 2024
em Destaque
0
Comerciantes de Parintins se preparam para atender demanda durante o festival
0
AÇÕES
5
VISUALIZAÇÕES
Share on FacebookShare on Twitter

É estimado a chegada de 120 mil turistas e uma movimentação em torno de mais de R$ 150 milhões na economia local

Parintins – O 57º Festival Folclórico de Parintins começa em dez dias e o comércio local já está em preparação para atender as demandas dos visitantes que devem desembarcar na ilha nos próximos dias. O prefeito de Parintins, Bi Garcia (PSD), estima a chegada de 120 mil turistas e uma movimentação em torno de mais de R$ 150 milhões na economia local (distante 369 quilômetros em linha reta).

“Nós estamos esperando algo em torno de 120 mil turistas em Parintins. Haja vista a capacidade do Bumbódromo. Esse festival pelo que percebemos no orçamento dos bumbás, que cada um deve superar a casa de R$ 20 milhões, nós devemos ter algo em torno de R$ 150 milhões que devem ficar na economia de Parintins. A cada ano provamos que a cultura melhora a qualidade de vida de um povo”, disse o gestor.

Garcia destacou que a mão de obra fica escassa devido as demandas locais. “Percebe-se um movimento muito alto, principalmente na construção civil, quando os parintinense preparam suas residências para aluguel durante o período do festival. Hoje não temos pedreiro e serralheiros disponíveis na cidade, ou estão trabalhando em obras públicas, privadas e até mesmo dentro dos bumbás”, frisou.

Expectativa

A artesã Glenda Azevedo, 24 anos, possui uma loja na rua Cordovil. Ela confecciona blusas personalizadas de maneira artesanal: pinta as blusas à mão em estampas exclusivas. Ela explicou que os desenhos são ligados ao folclore da cidade para demonstrar a arte do parintinense.Glenda Azevedo, artista e proprietária da loja Vip Shop Parintins (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

Glenda Azevedo, artista e proprietária da loja Vip Shop Parintins (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

Os torcedores do lado azul encomendam blusas inspiradas na toada Malúù Dúdú. Os torcedores vermelhos investem nas pedrarias.

“Ano passado começamos com 80 camisas. Esse ano já ultrapassamos a marca de 200 camisas antes do festival. Investimos bastante e pretendemos alcançar um público de, aproximadamente, 500 pessoas com as camisas artesanais. Investimos na rede social (@vipshop.parintins) onde os clientes olham os modelos e pedimos 50% de entrada para confecção. Ao chegar na ilha só faz a retirada”, explicou Azevedo.(Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

(Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

As camisas artesanais custam em média de R$ 100 a R$ 200. No ateliê trabalham mais seis artesãs. O lugar também vende colares a R$ 30, blusas sublimadas a R$ 50, outras de tecido NBA por R$ 55.

“A gente trabalha com mercado e o mercado sempre está mudando de preço. Os valores ficam oscilando dependendo do modelo que o cliente escolher”, pontuou.

Os tricicleiros também esperam faturar um bom dinheiro com o festival. É o caso de Plácido Melo, 62 anos, cujo triciclo personalizado já leva os bois Garantido e Caprichoso na frente.Seu Plácido atua como tricicleiro há 20 anos na Ilha Tupinambarana. (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

Seu Plácido atua como tricicleiro há 20 anos na Ilha Tupinambarana. (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

“A expectativa é de ser melhor que ano passado. Estamos esperando a chegada dos turistas. Ano passado foi ótimo, esse ano espero que seja melhor. O meu triciclo é sempre diferenciado. Para mim é uma alegria tê-lo efeitado”, disso homem que atua como tricicleiro há 20 anos.O triciclo é um dos transportes mais usados durante o Festival de Parintins (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

O triciclo é um dos transportes mais usados durante o Festival de Parintins (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

O valor depende do trajeto e da quantidade de passageiros. “Cada local tem um preço. Se for uma pessoa é um valor, se forem duas pessoas já é outro valor. Tem diferença um do outro e também a distância. A gente encontra cliente que só quer triciclo do próprio boi, o meu é o dois, porque a festa é dos dois. Porque, não?”, disse Plácido.

A empresária Mira Oliveira, 59 anos, desde os 25 anos confecciona acessórios para vender e segundo ela é a única fonte de renda.Mira Oliveira, artesã e proprietária da loja Mira Artesanatos. (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

Mira Oliveira, artesã e proprietária da loja Mira Artesanatos. (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

Ela explicou que a participação da cunhã-poranga do boi Garantido, Isabelle Nogueira, 31 anos, em um reality show nacional, impulsionou a venda de artigos do boi bumbá na loja dela, situada na avenida Nações Unidas.

“Estou com bastante encomenda. Eu já abasteci duas lojas esse ano com meus produtos. Aqui o meu forte é cocar e ombreiras. Esse ano está melhor. Desde quando a Isabelle entrou no programa, tudo que ela usava ficava conhecido e o público encomendava. Ombreira começa em R$ 200 a R$ 400. Temos cocar de R$ 50, R$ 100 e R$ 200”, avaliou a empresária.

Entre vizinhas

Para garantir uma grana extra tem parintinense que divide o trabalho com o vizinho. Como a Claudia Regina, 54 anos, que compartilha o pátio da própria casa, localizada no bairro de São Benedito, com a vizinha Selma Benedita para vender acessórios indígenas com a temática de Garantido e Caprichoso.A artesã Cláudia Regina produz adereços e indumentárias com apoio de sua vizinha Selma, e os vende na varanda de sua casa. (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

A artesã Cláudia Regina produz adereços e indumentárias com apoio de sua vizinha Selma, e os vende na varanda de sua casa. (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

São colares por R$ 50, ombreiras por R$ 100, o par de brincos de miçanga por R$ 50 e distintas penarias por R$ 30.

“É um ganho a mais para a nossa renda. Vem para melhorar as minhas condições econômicas e me ajuda a comprar coisas para a minha casa e manter. Eu confecciono tiaras e brincos. A minha amiga faz as outras coisas como tecer e também o cocar”, disse Claudia. “Ano passado e na Alvorada a movimentação foi ótima. Espero que seja ótimo esse festival”, complementou.Adereços e indumentárias são vendidos na varanda da casa da artesã Cláudia (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

Adereços e indumentárias são vendidos na varanda da casa da artesã Cláudia (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)

Fonte: A Crítica

Tags: Parintins
Redação

Redação

Próximo Post
Ouvidor do TCE-AM apresenta ações da ouvidoria amazonense em encontro nacional

Ouvidor do TCE-AM apresenta ações da ouvidoria amazonense em encontro nacional

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recommended

Última semana para pagamento da cota única do IPTU

Última semana para pagamento da cota única do IPTU

2 anos ago
Auditores técnicos do TCE-AM fortalecem formação de conselheiros em alimentação escolar

Auditores técnicos do TCE-AM fortalecem formação de conselheiros em alimentação escolar

2 anos ago

Popular News

    Connect with us

    • Início
    • Editorial
    • Direito
    • Manaus

    © 2023 Portal Notório - Todos os direitos reservados.

    Sem Resultado
    Ver todos os resultados
    • Home
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Política
    • Polícia
    • Editorial
    • Direito
    • Entretenimento
    • Esporte

    © 2023 Portal Notório - Todos os direitos reservados.